28 outubro, 2006

 

Openwebmail


Embora esteja a tornar-me num fanático do Debian, usando máquinas de ambiente virtual, bem como um PC com dual boot (não resisto ao WinXP, desculpem lá entusiastas do Linux como eu, mas trabalhar no Openoffice ainda não me satisfaz...volto sempre ao velho Microsoft-Office para trabalhar no Word ou no Excel!), dizia eu, um fanático pela simplicidade da distribuição Debian (a variante Woody merece o meu aplauso, a Sarge ainda mais), não vejo razão nenhuma para os convencidos que gerem os pacotes de teste da Debian não terem incluido a fantástica tool para ler emails:
A título de exemplo, podem consultar emails no vosso próprio servidor, ou agregar diversas POP3 que tenham espalhadas num único serviço, sem terem que usar o fetchmail, que embora poderoso, é algo chato de configurar.

O Openwebmail que tenho corre a partir do Apache, quer em HTTP, quer em HTTPS.
A desvantagem para já é que ainda não vi maneira de configurar aquilo para usar "APOP", ou seja, não enviar plain-text-passwords (desculpem lá o jargão, mas não resisto a usar o termo em inglês -- é que dizer passwords em texto aberto soa demasiadamente obscuro...!)
Usar tuneis em SSL (POP3S) seria uma opção, caso os servidores de POP3 aos quais eu vou buscar os emails o suportassem.
Fazer update regular dos emails nas diversas POP3 accounts que eu tenho seria, para já, uma estupidez atroz... chamem-me paranoico, mas para mim digitar os códigos do pin no multibanco é a única inevitabilidade insegura que eu estou disposto a passar. Mandar passwords do meu correio interceptáveis por um qualquer big-brother ou bijagós que andam aí a snifar a rede não faz o meu jeito.

Pela minha página (moreira.dnsalias.net) dá para ver o nível de segurança que eu tenho, nem sequer o porto ssh está aberto...!

Dizia eu: usar um servidorzito Apache com HTTPS e o Openwebmail a usar o meu POP3 da minha própria intranet, serve para o gasto, e desta forma consigo ver os meus mails pessoais a partir do trabalho (sim, porque também trabalho numa empresa onde a segurança é ainda mais paranoica do que eu próprio).
É pena que para isso o meu servidor de rede actual, instalado com o Freesco não permita directamente; tenho que ter outro host ligado, e a conta da electricidade por vezes faz-me tremer.

A tecnologia do Openwebmail é Perl, isso mesmo, essa linguagem críptica.
Para mim, quem programa em Perl é preguiçoso, e eu, mesmo o sendo, não suporto espiolhar para código que apenas quem o escreveu é que percebe o mínimo dos mínimos do que para lá vai.

Adiante esta divagação: objectivamente há programas porreiros que são feitos em Perl, como é o caso do Openwebmail, e de certa forma, o Webmin e Usermin. Este último tem um modo the visualização de emails bastante limitado e feio. Chamem-me nomes por eu não ser objectivo, mas para mim navegar num sistema de leitura de emails sem cookies é simplesmente intragável: como é o caso da versão de Usermin que eu conheço.

 

Finalizada bilioteca gobj

Já tenho no repositório principal (CVS, non-gnu) 57814 linhas de código.

A versão gobj 0.5 esteve estável durante os testes em cerca de 20 aplicações, e mais de uma dezena de class-tests dedicados.
A versão 0.6 não foi released; a versão actual 0.7 é realmente estável e poderá ser released para Linux e Win32.

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