29 maio, 2007
Finalizado o gsinlistd
A versão v0.3 do gSinListd está em fase de testes em millis.org.uk.
A versão v0.1 esteve ininterruptamente como master nesta máquina, fazendo o papel de master do meu pequeno domínio.
Aqui o quote do README:
A versão v0.1 esteve ininterruptamente como master nesta máquina, fazendo o papel de master do meu pequeno domínio.
Aqui o quote do README:
Version 0.1 provides basic functionalities, tested on a working prototype,Estou bastante confiante na versão v0.3, que tem algumas features importantes, a salientar:
daily (http://millis.org.uk/munin/localdomain/localhost.localdomain.html#Exim)
% uptime
00:47:10 up 195 days, 6:28, 2 users, load average: 0.08, 0.08, 0.04
This version is really solid-rock stable.
- Logging compreensivo do protocolo (com 3 niveis de detalhe, designados debug levels)
- Expected proxies (automatically resolved names -- especially useful for masters serving proxies using dial-up connections)
- deny-bdo: this is a concept that is explain in the bottom of this article.
2007-05-29 23:05:02 [INFO] Received blow-stream: [client#1] (time diff: 4) ip:{'213.171.223.109'} from:{postmaster@localhost} to:{scrambled_addressee_name@proxied_domain}Como se pode notar aparece "client#1": significa que se usou a opção '-m DOMAIN.' (repare-se no ponto no fim, que permite o desdobramento do IP que emite o pedido; aqui DOMAIN é um ou mais domínios separados por ':').
2007-05-29 23:04:58 [INFO] MTA request, IP-source: (handle): {--tuple-check-rcpt '213.171.223.109' '' '2007-05-29 23:04:58' 0,'server213-171-223-109.live-servers.net [213.171.223.109]' scrambled_addressee_name@proxied_domain}O pedido que chegou ao master iniciou-se obviamente no proxy: o qual também fez o logging da entrada que está descrita em cima.
18 maio, 2007
Quando o Freesco canta
Quem usa o Freesco (/boot/v_0_3_2 ou superior) ouvirá certamente uma musiquinha de cerca de 10 segundos, quando o Freesco actualiza a data. Por default o www.clock.org é usado como time-reference, ou seja, como ntp-server de referência.
+++clip+++
May 18 22:42:35 - dnsmasq[2289]: reading /etc/dhcpd.leases
...
May 18 22:42:42 - INFO: ntpdate path = /bin/ntpdate
May 18 22:42:42 - INFO: work file = /tmp/freetime.dat
May 18 22:42:42 - INFO: www.clock.org, +0000
May 18 22:42:42 - INFO: server 192.5.16.65, stratum 3, offset 5.912157, delay 0.26045
May 18 22:42:42 - INFO:
May 18 22:42:42 - INFO: offset = 5.91216
May 18 22:42:42 - INFO: time zone = 0
May 18 22:42:42 - INFO: Time correction = 5.91216 (5 sec. 912157 usec)
May 18 22:42:42 - INFO: Succesfully adjusted clock
+++clip+++
Neste caso a data foi ajustada em cerca de 6 segundos (5.9 secs, mais propriamente).
Esta informação está igualmente em /tmp/synctime.log.
Esta feature chama-se, no Freesco, synctime, e existe um script com esse nome (/sbin/synctime), que é o seguinte:
+++clip+++
May 18 22:42:35 - dnsmasq[2289]: reading /etc/dhcpd.leases
...
May 18 22:42:42 - INFO: ntpdate path = /bin/ntpdate
May 18 22:42:42 - INFO: work file = /tmp/freetime.dat
May 18 22:42:42 - INFO: www.clock.org, +0000
May 18 22:42:42 - INFO: server 192.5.16.65, stratum 3, offset 5.912157, delay 0.26045
May 18 22:42:42 - INFO:
May 18 22:42:42 - INFO: offset = 5.91216
May 18 22:42:42 - INFO: time zone = 0
May 18 22:42:42 - INFO: Time correction = 5.91216 (5 sec. 912157 usec)
May 18 22:42:42 - INFO: Succesfully adjusted clock
+++clip+++
[Linux] cat /tmp/dyndns.htmPode parecer irritante, à primeira vista, mas é sinal que a ligação funciona.
good 85.242.177.124
Updated Fri May 18 22:42:49 2007
Neste caso a data foi ajustada em cerca de 6 segundos (5.9 secs, mais propriamente).
Esta informação está igualmente em /tmp/synctime.log.
Esta feature chama-se, no Freesco, synctime, e existe um script com esse nome (/sbin/synctime), que é o seguinte:
Obviamente a parte a bold é a parte respeitante ao synctime em si. Existem outros hard-links com outros nomes, tais como "setup", por exemplo (isto é, de certa forma, pela filosofia do Freesco ser uma distro de one-floppy; é o dogma no Freesco, optimizar ao máximo o tamanho.)#!/bin/sh
#
# Don't touch next lines. This script provides:
#@@ killall load mode setspeed setup synctime
load() {
[ ! -f $1/$2 ] && echo "File not found - $1/$2" && return 2
[ -f /tmp/$2 ] || zcat <$1/$2 >/tmp/$2 || return 2
chmod a+x /tmp/$2
trap : 2
/tmp/$2 $3
e=$?
rm -f /tmp/$2 2>/dev/null
trap - 2
exit $e
}
p=`echo $0 | sed s:^.*\/::`
case $p in
load) load $1 $2 "$3";;
mode) case "$1" in
ethernet|dialup|leased|bridge|default)
logger -p auth.warn -t mode "User '$LOGNAME' issued 'mode $1 $2'"
[ $1 = default ] && set -- ""
rc_main restart $1 $2 ;;
*) echo "Usage: mode ethernet|leased|bridge|default"
echo " or mode dialup ISPNAME"
exit;;
esac;;
setspeed) [ "$1" -a "$2" ] && agetty -n -l /bin/true $2 $1 || echo "Usage: setspeed line speed";;
setup) load /boot setup.gz || /boot/setup;;
=) . /etc/colors
i=Done;j=$CG
case $# in
1) [ "$1" != 0 ] && i=xxxx && j=$CR;;
2) [ "$1" != 0 ] && i=xxxx && j=$CR || i=$2;;
3) [ "$1" != 0 ] && i=$3 && j=$CR || i=$2;;
esac
echo $j$i$CW;;
killall) S=${2:--2};N=$1
if [ $1 ]; then
for i in /proc/[0-9]*; do
set -- `cat $i/status 2>/dev/null`
[ "$2" = "$N" ] && kill $S `echo $i| sed s:\/proc\/::` 2>/dev/null
done
else
echo "Usage: killall name [-signal]"
fi;;
synctime) . /etc/system.cfg
if [ "$TIMADDR" = "" ]; then
echo "setup advanced settings #45 \"No time server has been defined.\""
exit 1
fi
[ "$1" ] && i="$*" || i="-d"
export TIMADDR
export TIMZONE
LOG="/tmp/synctime.log"
freetime $i >$LOG 2>$LOG
[ $? -ne 255 ] && clock -w
logger -t INFO -f $LOG
;;
*) load /boot/bin $p.gz "$*";;
esac
11 maio, 2007
Windows-shares - alguns comandos úteis
Torna-se útil mapear Windows-shares no seu PC temporariamente, ou automaticamente.
Embora os shares sejam persistentes, há certamente diversos motivos que podem levar-nos a escolher shares temporários.
Eis alguns exemplos práticos:
F:\>net share sharename="F:\Documents and Settings" /REMARK:"my personal stuff on PC"
[[The share with 'sharename' name will be shared]]
F:\>net share sharename /delete
sharename was deleted successfully.
[[Then in the Linux box]]
[root@fuji root]# mount -t smbfs //luisa/sharename /mnt/test -o username="administrator",password="YourPC-Password"
A última parte faz do Samba do PC o servidor, e cliente o mount '/mnt/test' na máquina fuji.
Embora os shares sejam persistentes, há certamente diversos motivos que podem levar-nos a escolher shares temporários.
Eis alguns exemplos práticos:
runas /user:administrator cmd[[Then in the command-line console, type, as Administrator]]
Enter the password for administrator:
Attempting to start cmd as user "LUISA\administrator" ...
F:\>net share sharename="F:\Documents and Settings" /REMARK:"my personal stuff on PC"
[[The share with 'sharename' name will be shared]]
F:\>net share sharename /delete
sharename was deleted successfully.
[[Then in the Linux box]]
[root@fuji root]# mount -t smbfs //luisa/sharename /mnt/test -o username="administrator",password="YourPC-Password"
A última parte faz do Samba do PC o servidor, e cliente o mount '/mnt/test' na máquina fuji.
